Emanuel M. Milanez

Diretor técnico | Cardiologista

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Psicologia aliada a Cardiologia!

 

É sabido que a aderência ao tratamento é ponto de suma importância na melhoria do quadro apresentado pelo paciente. 
Devido a este fato, iniciou-se um estudo buscando facilitar este período de adaptação dos novos hábitos e dos novos parceiros, os medicamentos com seus horários. 
Este novo estudo é conhecido por cardiologia comportamental, e busca ajuda na psicologia para ter a sua eficácia.
A cardiologia comportamental coloca 10 atitudes que são necessárias para uma melhor aderência ao tratamento: 
1.      Empoderamento do paciente – ser o condutor das mudanças necessárias, responsável pelo seu tratamento e não um coadjuvante ou observador.
2.      Educação em saúde: informação ao paciente é fundamental – compreender por completo o que se passa com a sua saúde e como proceder para auxiliar no processo.
3.      Decisões compartilhadas: pacientes devem ser envolvidos nas tomadas de decisão – tendo compreendido seu diagnóstico, o paciente deve se sentir responsável por ele de forma a partilhar das decisões.
4.      Simplificação das prescrições: quando o paciente compreende a necessidade do medicamento e a sua importância, é possível transformar o momento em algo agradável e producente.
5.      Discutir benefícios e barreiras eventuais para determinado tratamento – pontos fortes e fracos de todos os tratamentos, o que pode ser modificado, transformado e excluído do dia a dia.
6.      Definir metas de curto prazo, tangíveis (alcançáveis) – ter objetivos durante seu tratamento.
7.      Dar feedback ao paciente, reconhecer o cumprimento de uma meta – motivar o paciente a buscar sempre a sua melhora.
8.      Estimular a auto-monitorização – ninguém conhece melhor o paciente do que ele mesmo, portanto, o auto-monitoramento é importante, e é aliado a educação em saúde.
9.      Entender o contexto social em que se insere o paciente – como proceder com mudanças no dia a dia do paciente de forma a adquirir novos hábitos e, assim, contribuir para o tratamento.
10.     Utilizar ferramentas tecnológicas (mobile health) como aliadas no tratamento. Quando disponível, a tecnologia pode ajudar muito no tratamento do paciente.
Adaptado do artigo do Dr. Marcelo Katz PhD – Médico Cardiologista – Coordenador de Pesquisa Cardiovascular do Hospital Albert Einstein 
Autor convidado de PACEMAKERusers

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